sábado, 11 de julho de 2009

Atividades com bilhete!!


ATIVIDADE

FAÇA UM BILHETE PARA A CINDERELA, AVISANDO QUE O PRINCIPE ACHOU O SAPATO DELA NA ESCADARIA DO CASTELO:


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BILHETE

ATIVIDADE

FAÇA UM BILHETE PARA JOÃO E MARIA, QUE A BRUXA ESTÁ ARMANDO UMA ESTRATEGIA PARA ENGANAR AS CRIANÇAS COM SUA CASA DE DOCES:
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domingo, 28 de junho de 2009

Livro para contar história da criação!


Livro para contar história da criação!



No pricípio, Deus criou os céus e a terra. A terra estava vazia sem forma e havia trevas, e Deus disse haja luz a aluz apareceu.


No primeiro dia Deus fez a separação entre dia e noite.


No segundo dia Deus criou o firmamento, separação entre as águas nas nuvens e na Terra.

No terceiro dia Deus fez separação entre a terra e mares, e criação das plantas.

No quarto Dia Deus criou o sol, lua e estrelas.

No quinto dia Deus fez os peixes, animais marinhos e aves.

No sexto dia Deus fez os animais terrestres.

Ainda no sexto dia Deus criou o homem e a mulher.


No sétimo dia Deus descansou, abençoou e santificou o sábado.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

A Dislexia e Outros Problemas de Aprendizagem!

A Dislexia e 0utros Problemas da Aprendizagem

Dislexia... Ou Distúrbios da Leitura e da Escrita?
E Dislexia é uma alteração nos neurotransmissores cerebrais que impede uma criança de ler e compreender com a mesma facilidade com que o fazem as crianças da mesma faixa etária, independente de qualquer causa intelectual, cultural ou emocional. Todo o desenvolvimento da criança é normal, até entrar na escola. É um problema de base cognitiva que afeta as habilidades lingüísticas associadas à leitura e à escrita.
Pessoalmente questiono a terminologia Dislexia porque produz uma sonoridade de patologia, o que não o é. Não se fala em cura ou tratamento ou medicamentos quando se fala em Dislexia, não é portando uma doença. Ser disléxico é como ser canhoto. Acredito que pessoas são disléxicas e não estão disléxicas. Esta é uma condição natural, pessoas nascem disléxicas ou não-disléxicas, e assim permanecem por toda a vida, como algumas pessoas nascem canhotas ou destras e assim o são por toda a vida. Os canhotos sofreram durante muitos anos discriminação e tentativas de “tratamento”: colocar gesso na mão dominante é hoje considerado um crime, mas não era assim há alguns anos atrás. As bancas escolares eram feitas apenas para os destros, depois foram adaptadas para os canhotos também, assim é ser disléxico... O atual sistema escolar é desenvolvido para a maioria, que é não-disléxica. Os disléxicos ficam à margem de um sistema educacional que os exclui e os aprisiona.
A grande polêmica acerca do tema Dislexia é por seu comprometimento neurológico, mas precisamos entender que pertencem à área da Saúde apenas a causa e a diagnose. O reconhecimento das características precocemente, as conseqüências, as soluções e as adaptações pertencem à Educação. Não existem disléxicos entre os analfabetos. É nas salas de aula que a Dislexia se faz presente e o que é pior: de uma forma catastrófica e algumas vezes irreparável.
As grandes dificuldades aparecem por volta dos 8 ou 9 anos de idade, quando a criança começa enfrentar temas acadêmicos mais complexos, as notas baixas e fraco desempenho escolar são características básicas na vida escolar de crianças disléxicas.
Manifestações de decepção, desaprovação, de cólera, de ridicularização, de humilhação por parte dos grupos a que pertencem, afetam mortalmente a auto-estima destas crianças.Elas são humilhadas em todos os sentidos e por todos os grupos em que está inserida: pelos pais, pelos irmãos, pelos colegas, pelos professores. Com sua auto-estima extremamente abalada, elas certamente desenvolverão distúrbios de conduta: da agressividade à timidez intensa ou depressão, e daí para a marginalidade propriamente dita, para a delinqüência, é apenas um passo. Isso indica um desajustamento social com graves conseqüências para a sociedade como um todo. Não existe orgulho nem satisfação em destacar-se na escola por problemas de aprendizagem, nem pelas notas baixas recebidas.
As estatísticas indicam que de 15% a 30% das crianças em idade escolar sofrem com suas dificuldades acadêmicas, 15% delas são disléxicas. É um índice muito alto, para continuarmos com os olhos fechados. Sem a assistência e o apoio necessários estas crianças desestimulam-se, perdem-se e por fim desistem. Pergunto-me se este não seria um bom motivo para que se investigassem os altos índices de reprovação e de evasão escolar.
Leitura lenta sem modulação, sem ritmo e sem domínio da compreensão/interpretação do texto lido; confundir algumas letras; sérios erros ortográficos; dificuldades de memória; dificuldades no manuseio de dicionários e mapas; dificuldades de copiar do quadro ou dos livros; dificuldades de entender o tempo: passado presente e futuro; tendência a uma escrita descuidada, desordenada e às vezes incompreensível; não utilização de sinais de pontuação/acentuação gramaticais; inversões, omissões, reiterações e substituições de letras, palavras ou silabas na leitura e na escrita, problemas com sequenciações. Essas são apenas algumas das características disléxicas que podem ser observadas nas crianças com dificuldades escolares. Se pudermos dissociar as dificuldades de ler/compreenderem e escrever corretamente à ausência de problemas intelectuais ou de outro tipo de problemas que possam dar uma explicação alternativa ao problema apresentado, então podemos suspeitar de uma possível dislexia. Numa primeira etapa da aprendizagem, algumas crianças podem apresentar estas características, e esses são considerados erros normais dentro do processo de aprendizagem, é preciso distinguir essas dificuldades das dificuldades disléxicas que são mais profundas, constantes e contínuas. Crianças com expressivas dificuldades de leitura não são necessariamente disléxicas, mas todas as crianças disléxicas têm um sério distúrbio de leitura.
O diagnóstico precoce é imprescindível para o desenvolvimento contínuo das crianças disléxicas. Reconhecer as características é o primeiro passo para que se possam evitar anos de dificuldades e sofrimentos, induzindo esta criança, fatalmente ao desinteresse pela escola e a tudo o que está em torno dela, gerando às vezes quadros “quase-fóbicos”, desta criança em relação à tarefas que exijam a leitura e a escrita. Crianças com dificuldades escolares sejam qual for a raiz do problema, necessitam de educação, atenção e ensino diferenciados para que possam desenvolver suas habilidades, e quanto mais cedo for detectado o problema, melhores serão os resultados.
Uma das grandes frustrações dos pais é saber que seu filho tem problemas escolares. A maioria não sabe o que fazer e como ajudar. O certo seria procurar apoio nas escolas, com os professores, mas estes também, muitas vezes, não sabem o que fazer. Isso porque não foram instruídos para tal. As universidades não capacitam os educadores para lidar com os sérios problemas de aprendizagem. Este é um problema muito complexo, mas certamente todos apontam o dedo para o aluno, ou para os seus pais, ou para a Escola.
Como pais precisamos ultrapassar os limites da culpabilidade e enfrentarmos, junto com nossos filhos, suas dificuldades, e mostrarmos que nosso amor por eles não existe em função de suas notas escolares.Essa é uma associação muito perigosa.
Como educadores precisamos caminhar, por conta própria, em busca das informações necessárias para que este quadro se modifique. Não podemos esperar que as informações cheguem às nossas mãos através da Escola. Elas não chegarão. As Universidades não preparam seus alunos, futuros professores, para atender às necessidades das crianças disléxicas. E elas existem! Estão por aí em todas as salas de aulas! Até que desistam...
Necessita-se instaurar dentro das escolas, medidas preventivas essenciais para a reestruturação do aluno em sua forma mais abrangente, evitando assim, as situações traumatizantes que os problemas de aprendizagem escolar causam em algumas crianças, que neste atual momento não são, ao menos, respeitadas. Toda e qualquer dificuldade escolar tem uma causa e uma solução. Ninguém nasce com dificuldades escolares, elas aparecem ao longo do caminho e precisam ser observadas , respeitadas e solucionadas.
É tarefa de todo e quaisquer educadores, sejam eles os pais ou os professores, ter como base ética o compromisso de ver desenvolver-se dignamente e efetivamente a aprendizagem acadêmica de seu(s) educando(s), buscando novas formas de aprendizagem, novos programas e processos de ensino que possam colaborar para a inclusão destas crianças no mundo das letras, ajudando-as a sobreviver dentro deste único modelo de escola que se nos apresenta. Não podemos mais continuar contribuindo para que nossa sociedade padeça com as conseqüências que a desinformação dos problemas escolares promove; não podemos mais fechar os olhos e calar. Precisamos urgentemente lutar para que as informações e as novas formas de aprender cheguem dentro das escolas, aos educadores e aos pais.
Precisamos restaurar a dignidade humana a nível nacional, mas só o faremos quando pudermos compreender as graves conseqüências sociais que o insucesso escolar provoca, gerando uma relação inadequada entre esta criança e o Mundo.
Selene Calafange

“A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes”.
Albert Einstein (um dos nossos disléxicos mais famosos...)






Será que seu filho é disléxico?
Entre 3 a 6 anos
Na pré-escola
1. Ele persiste em falar como um bebê?
2. Freqüentemente pronuncia palavras de forma errada?
3. Não consegue reconhecer as letras que soletram seu nome?
4. Tem dificuldade em lembrar o nome de letras, números e dias da semana?
5. Leva muito tempo para aprender novas palavras?
6. Tem dificuldade em aprender rimas infantis?
Entre 6 ou 7 anos
Primeira-série
1. Tem dificuldade em dividir palavras em sílabas?
2. Não consegue ler palavras simples e monossilábicas, tais como “rei” ou “bom”?
3. Comete erros de leitura que demonstram uma dificuldade em relacionar letras a seus respectivos sons?
4. Tem dificuldade em reconhecer fonemas?
5. Reclama que ler é muito difícil?
6. Freqüentemente comete erros quando escreve e soletra palavras?
7. Memoriza textos sem compreendê-los?
Entre 7 e 12 anos.
1. Comete erros ao pronunciar palavras longas ou complicadas?
2. Confunde palavras de sonoridade semelhante, como “tomate” e “tapete”, “loção” e “canção”?
3. Utiliza excessivamente palavras vagas como “coisa”?
4. Tem dificuldade para memorizar datas, nomes ou números de telefone?
5. Pula partes de palavras quando estas têm muitas sílabas?
6. Costuma substituir palavras difíceis por outras mais simples quando lê em voz alta; por exemplo, lê “carro” invés de “automóvel”?
7. Comete muitos erros de ortografia?
8. Escreve de forma confusa?
9. Não consegue terminar as provas de sala-de-aula?
10. Sente muito medo de ler em voz alta?
A partir dos 12 anos
1. Comete erros na pronúncia de palavras longas ou complicadas?
2. Seu nível de leitura está abaixo de seus colegas de sala-de-aula?
3. Inverte a ordem das letras – “bolo” por “lobo”, “lago” por “logo”?
4. Tem dificuldades em soletrar palavras? Soletra a mesma palavra de formas diferentes numa mesma página?
5. Lê muito devagar?
6. Evita ler e escrever?
7. Tem dificuldade em resolver problemas de matemática que requeiram leitura?
8. Tem muita dificuldade em aprender uma língua estrangeira?
Muitos pais recorrem à escola para avaliar se seus filhos sofrem de dislexia. Se você suspeita que seu filho é disléxico, mas a escola na qual ele estuda não faz testes de dislexia e não tem especialistas que ajudam crianças disléxicas, procure um outro profissional qualificado. Um bom programa educacional para crianças disléxicas precisa estabelecer objetivos específicos de progresso para o ano letivo. É necessário dedicar muita atenção para que a dislexia seja superada; sendo assim, seja paciente com um aluno ou filho disléxico, e não deixe que ele sofra de baixa auto-estima. Incentive-o a buscar novas atividades e interesses, tais como esportes ou música, e sempre o recompense quando ele progredir em seus estudos.

Encontrei no Blogger de uma amiga.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Alfabetização-leitura do professor (agosto)





Vidio da Nova Escola!




ESTE VIDEO ENCONTREI NA INTERNETE ALFABETIZAÇÃO- TELMA WEISZ

sábado, 2 de maio de 2009

Alguns textos para cadernos de leitura!

MÚSICA: CAI, CAI, BALÃO
CAI, CAI, BALÃO
CAI, CAI, BALÃO
AQUI NA MINHA MÃO.
NÃO CAI NÃO,
NÃO CAI NÃO,
NÃO CAI NÃO!
CAI NA RUA DO SABÃO.
MÚSICA: CAPELINHA DE MELÃO
CAPELINHA DE MELÃO,
É DE SÃO JOÃO.
É DE CRAVO, É DE ROSA,
É DE MANJERICÃO.
SÃO JOÃO ESTÁ DORMINDO,
NÃO ACORDA NÃO.
ACORDAI, ACORDAI,
ACORDAI JOÃO.


MÚSICA: CARNEIRINHO, CARNEIRÃO
CARNEIRINHO, CARNEIRÃO,
NEIRÃO, NEIRÃO.
OLHAI PRO CÉU,
OLHAI PRO CHÃO,
PRO CHÃO, PRO CHÃO.
MANDA EL-REI,
NOSSO SENHOR,
SENHOR, SENHOR.
CADA UM SE LEVANTAR...


ORAÇÃO: BOM DIA!
BOM DIA, MEU DEUS QUERIDO!
AS AULAS JÁ VÃO COMEÇAR.
NÓS QUEREMOS QUE O SENHOR,
VENHA CONOSCO FICAR.
AQUI ESTAMOS JUNTINHOS.
E JÁ VAMOS ESTUDAR.
ABENÇOE A NOSSA CLASSE,
A NOSSA ESCOLA
E O NOSSO LAR.
AMÉM!

PARLENDAS
UM, DOIS,
FEIJÃO COM ARROZ.
TRÊS, QUATRO,
FEIJÃO NO PRATO.
CINCO, SEIS,
BOLO INGLÊS.
SETE, OITO,
COMER BISCOITO.
NOVE, DEZ,
COMER PASTÉIS.


A GALINHA DO VIZINHO
A GALINHA DO VIZINHO
BOTA OVO AMARELINHO
BOTA UM,
BOTA DOIS,
BOTA TRÊS,
BOTA QUATRO,
BOTA CINCO,
BOTA SEIS,
BOTA SETE,
BOTA OITO,
BOTA NOVE,
BOTA DEZ.

TRAVA-LÍNGUAS
RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA.
E A RAINHA, COM RAIVA, ROEU O RESTO.


SE O PAPA PAPASSE PAPA,
SE O PAPA PAPASSE PÃO,
O PAPA TUDO PAPAVA,
SERIA O PAPA PAPÃO.


ARANHA ARRANHA A JARRA.
A JARRA ARRANHA A ARANHA.
ERENHE ERRENHE E JERRE.
E JERRE ERRENHE E ERENHE.


CANÇÃO: SAPO JURURU
SAPO JURURU
NA BEIRA DO RIO,
QUANDO O SAPO CANTA,
Ó MANINHA,
É QUE ESTÁ COM FRIO.


CANÇÃO: NANA NENÉM

NANA, NENÉM,
QUE A CUCA VEM PEGAR,
PAPAI FOI NA ROÇA,
MAMÃE VOLTA JÁ.


PARLENDA: SOL E CHUVA
SOL E CHUVA,
CASAMENTO DE VIÚVA.
CHUVA E SOL,
CASAMENTO DE ESPANHOL.
POEMA
VOCÊ VIU
O GALO DE GALOCHA,
O SAPO DE SAPATO,
O PATO DE PÉ-DE-PATO
NO CARRO DO CARRAPATO?
PARLENDA: HOJE É DOMINGO
HOJE É DOMINGO
PÉ DE CACHIMBO.
O CACHIMBO É DE BARRO,
BATE NO JARRO.
O JARRO É DE OURO,
BATE NO TOURO.
O TOURO É VALENTE,
CHIFRA A GENTE.
A GENTE É FRACO,
CAI NO BURACO.
O BURACO É FUNDO,
ACABOU-SE O MUNDO.


PARLENDA: CADÊ O TOUCINHO
CADÊ O TOUCINHO
QUE ESTAVA AQUI?
O GATO COMEU.
CADÊ O GATO
FOI PRO MATO.
CADÊ O MATO?
O FOGO QUEIMOU.
CADÊ O FOGO?
A ÁGUA APAGOU.
CADÊ A ÁGUA?
O BOI BEBEU.
CADÊ O BOI?
ESTÁ AMASSANDO TRIGO
CADÊ O TRIGO?
A FORMIGA ESPALHOU.
CADÊ A FORMIGA?
ESTÁ NO FORMIGUEIRO.

PARLENDA: MACACA SOFIA
MEIO-DIA, MACACA SOFIA,
PANELA NO FOGO,
BARRIGA VAZIA.
MEIO-DIA, MACACA SOFIA
FAZENDO CARETA
PRA DONA MARIA.


TRAVA-LÍNGUA: O SAPO NO SACO
OLHA O SAPO DENTRO DO SACO,
O SACO COM O SAPO DENTRO,
O SAPO BATENDO PAPO
E O PAPO DO SAPO SOLTANDO VENTO.
MÚSICA: BORBOLETINHA
BORBOLETINHA
ESTÁ NA COZINHA
FAZENDO CHOCOLATE
PARA A MADRINHA
POTI, POTI
PERNA DE PAU
OLHO DE VIDRO
NARIZ DE PICA-PAU
PAU, PAU.


LISTA DIAS DA SEMANA
DOMINGO
SEGUNDA-FEIRA
TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO.


LISTA DOS MESES DO ANO
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO


LISTA DE FRUTAS
MANGA
CEREJA
BANANA
CAJU
GOIABA
MAMÃO
JABUTICABA
MAÇÃ
MELÃO
MELANCIA
ABACAXI
LARANJA

MAIS TRAVA-LÍNGUA...
O RATO ROEU A ROUPA
DO REI DE ROMA,
O PATO POEU A POUPA
DO PEI DE POMA
O GATO GOEU A GOUPA
DO GUEI DE GOMA
E O NONATO NOEU
A NOUPA DO NEI
DE NOMA.


A PIPA PINGA
O PINTO PIA.
QUANTO MAIS O PINTO PIA,
MAIS A PIPA PINGA.



MÚSICA: O SAPO
O SAPO NÃO LAVA O PÉ,
NÃO LAVA PORQUE NÃO QUER.
ELE MORA LÁ NA LAGOA,
NÃO LAVA O PÉ
PORQUE NÃO QUER.
MAS QUE CHULÉ!


POEMA: COLAR DE CAROLINA
COM SEU COLAR DE CORAL,
CAROLINA
CORRE POR ENTRE AS COLUNAS
DA COLINA.

O COLAR DE CAROLINA
COLORE O COLO DE CAL,
TOMA CORADA A MENINA.

E O SOL VENDO AQUELA COR
DO COLAR DE CAROLINA
PÕE COROAS DE CORAL
NAS COLUNAS DAS COLINAS

(CECÍLIA MEIRELES)



LISTA: O QUE TEM NA FESTA JUNINA
. BANDEIRINHA
. QUADRILHA
. BOLO DE FUBÁ
. ARROZ DOCE
. PAMONHA
. DANÇA
. BARRACA
. CURAU
. CHAPÉU
. FOGUEIRA
. PINHÃO
. BALÃO
. FOGOS
. VINHO QUENTE
. QUENTÃO
. CANJICA
. MILHO



Jacaré foi ao mercado
não sabia o que comprar
comprou uma cadeirinha
para comadre se sentar
A comadre se sentou
A cadeira esborrachou
Jacaré chorou, chorou
O dinheiro que gastou";


"Dedo Mindinho
Seu vizinho,
Maior de todos
Fura-bolos
Cata-piolhos.";


"Cadê o toucinho que estava aqui?
- O rato comeu.
Cadê o rato?
- O gato comeu.
Cadê o gato?
- Fugiu pro mato.
Cadê o mato?
O fogo queimou.
- Cadê o fogo?
- A água apagou.
Cadê a água?
- O boi bebeu.
- Cadê o boi?
- Está moendo trigo.
Cadê o trigo?
- O padre comeu.
Cadê o padre?
- Está rezando missa.
Cadê a missa?
- A missa acabou.";



"Lá na rua 24,
a mulher matou um gato,
com a sola do sapato.
O sapato estremeceu,
a mulher morreu,


o culpado não fui eu."
" Uni, duni, tê,
Salamê, minguê.
O sorvete é colorê,
O escolhido foi você!"


Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas.
Tira da boca da bica, bota na boca da bomba. "

" Se a liga me ligasse, eu também ligava a liga .
Como a liga não me liga, eu também não ligo a liga."

"Sabia que a mãe do sabiá sabia que sabiá sabia assobiar?"

"Porco crespo, toco preto."

"Tacho sujo, chuchu chocho."

"Chega de cheiro de cera suja!"

"Norma nina o nenê de Neuza."

"A babá boba bebeu o leite do bebê."

"Um limão, dois limões, meio limão."

"Aranha, ararinha, ariranha, aranhinha."

"A fiadeira fia a farda do filho do feitor Felício."

"A chave do chefe Chaves, está no chaveiro."

"O Juca ajuda: encaixa a caixa, agacha, engraxa."

"A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada."

"A aranha arranha o jarro, o jarro a aranha arranha."

"Farofa feita com muita farinha fofa, faz uma fofoca feia."

"Minha mãe é de Jaguamimbaba, mas eu nasci em Jaguanambi."

"O caju do Juca e a jaca do cajá. O jacá da Juju e o caju do Cacá."

"O rei de Roma ruma a Madri. "

"O rato roeu o rabo da raposa."

"Rosa vai dizer à Rita que o rato roeu a roupa da rainha."

“Chuva e sol, casamento de espanhol.
Sol e chuva, casamento de viúva."

"Quando toca a retreta, na praça repleta,
se cala o trombone, se toca a trombeta."

"No vaso tinha uma aranha e uma rã. A
rã arranha a aranha. A aranha arranha a rã. "

"- Alô, o tatu taí? - Não, o tatu num tá. Mas a
mulher do tatu tando é o mesmo que o tatu tá."

"Tecelão tece o tecido, em sete sedas de Sião.
Tem sido a seda tecida, na sorte do tecelão."

"Tigelinha de água fria, que caiu da prateleira,
foi nos olhos de Maria, que chorou segunda-feira."

"Corrupaco, papaco, a mulher do macaco, ela pita,
ela fuma, ela toma tabaco, no sovaco do macaco."

"O doce perguntou ao doce, qual é o doce mais
doce e o doce respondeu ao doce, que o doce
mais doce, é o doce de batata-doce."

"O macaco foi à feira, não sabia o que comprar,
comprou uma cadeira, pra comadre se sentar. A cadeira
esborrachou, coitada da comadre, foi parar no corredor."

"Olha o sapo dentro do saco. O saco com o sapo dentro.
O sapo batendo papo. E o papo soltando o vento."

"Pia o pinto, a pia pinga.”

“O pinto pia, a pia pinga. Quanto mais
o pinto pia, mais a pia pinga”.

"A pia perto do pinto, o pinto perto da pia,
tanto mais a pia pinga, mais o pio pinta."

" A pia pinga, o pinto pia, pinga a pia, pia o pinto,
o pinto perto da pia, a pia perto do pinto."

"Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato.
Pinga a pia, apara o prato, pia o pinto e mia o gato"

"Tem uma tatu-peba, com sete tatu-pebinha. Quem
destatupebá ela, bom destatupebador será. "

"No cume daquele morro, tem uma cobra enrodilhada.
Quem a cobra desenrodilhá, bom desenrodilhadô será."

“No morro chato, tem uma moça chata, com um tacho chato,
no chato da cabeça. Moça chata, esse tacho chato é seu?”

“Um ninho de carrapatos, cheio de carrapatinhos,
qual o bom carrapateador, que o descarrapateará?”

"Um ninho de mafagafos, com sete mafagafinhos.
Quem os desmafagafizer, bom desmafagafizador será."

"Um ninho de mafagafa, com sete mafaguifinhos.
Quem desmafagaguifá ela, bom desmafagaguifador será. "

"O Papa papa o papo do pato"

"A batina do padre Pedro é preta."

"É preto o prato do pato preto."

"O Pedro pregou um prego na pedra."

"Pedro pregou um prego na porta preta."

"O padre pouca capa tem, pouca capa compra."

"O peito do pé do pai do padre Pedro é preto."

" Pedro tem o peito preto. Preto é o peito de Pedro.
Quem disser que o peito de Pedro não é preto,
tem o peito mais preto que o peito de Pedro."

"Paulo Pereira Pinto Peixoto, pobre pintor português,
pinta perfeitamente, portas, paredes e pias,
por parco preço, patrão."

"Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta."

Palma, palminha,
Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.

Bão, babalão,
Senhor Capitão,
Espada na cinta,
Ginete na mão.
Em terra de mouro
Morreu seu irmão,
Cozido e assado
No seu caldeirão. Bão-balalão!
Senhor capitão!
Em terras de mouro
Morreu meu irmão,
Cozido e assado
Em um caldeirão;
Eu vi uma velha
Com um prato na mão,
Eu dei-lhe uma tapa
Ela, papo... no chão!

Hoje é domingo
Pé de cachimbo
Cachimbo é de barro
Bate no jarro
O jarro é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo. Amanhã é domingo,
Pé de cachimbo;
Galo monteiro
Pisou na areia
A areia é fina
Que deu no sino
O sino é de prata
Que deu na barata
A barata é de ouro
Que deu no besouro
O besouro é valente
Que deu no tenente
O tenente é mofino
Que deu no menino...



Dinglin... dingues, Maria Pires?
Estou fazendo papa!
Para quem
Para João Manco.
Quem o mancou?
Foi a pedra.
Cadê a pedra?
Está no mato.
Cadê o mato?
O fogo queimou.
Cadê o fogo?
A água apagou.
Cadê a água?
O boi bebeu.
Cadê o boi?
Foi buscar milho.
Para quem?
Para a galinha.
Cadê a galinha?
Está “pondo”.
Cadê o ovo?
O padre bebeu.
Cadê o padre?
Foi dizer a missa.
Cadê a missa?
Já se acabou! Cadê o toicinho daqui?
O gato comeu.
Cadê o gato?
Foi pro mato.
Cadê o mato?
O fogo queimou.
Cadê o fogo?
A água apagou.
Cadê a água?
O boi bebeu.
Cadê o boi?
Foi amassar trigo.
Cadê o trigo?
A galinha espalhou.
Cadê a galinha?
Foi botar ovo.
Cadê o ovo?
O padre bebeu.
Cadê o padre?
Foi rezar a missa.
Cadê a missa?
Já se acabou!

Orientação para o cadernos de leitura.


Caderno de Leitura

Um recurso a favor da alfabetização

Como surgiu a proposta?

Surgiu da observação de que muitas crianças aprendiam a ler a partir da “leitura” de textos que já sabiam de cor (músicas, poemas, listas de nomes de familiares e amigos e outros textos de conteúdo conhecido).

A observação dessa prática motivou a proposta de organizar um caderno de leitura contendo diferentes tipos de textos conhecidos das crianças, como apoio à alfabetização.


O que se pode aprender?

O caderno de leitura possibilita:

• Trabalhar com textos reais, de diferentes gêneros

• Apresentar um repertório de textos conhecidos das crianças

• Organizar os textos trabalhados em classe

• Desenvolver atividades de leitura compartilhada

• Incentivar as crianças a lerem antes de saber fazê-lo de forma convencional

• Socializar com os familiares alguns dos textos que circulam na sala de aula

• Promover a leitura e consulta dos textos sempre que as crianças desejarem e/ou necessitarem

• Criar um referencial estável de textos/palavras que podem ser usados no momento de produzir outros textos.


Que textos selecionar?

O caderno de leitura pode ter duas partes. Uma delas com textos como parlendas, poemas, quadrinhas, músicas, listas e outros textos que as crianças sabem de cor. E outra com textos que as crianças demonstrarem interesse em ter disponíveis para compartilhar com familiares e amigos: fábulas, piadas, receitas e outros.


Quais os objetivos?

O caderno de leitura tem como objetivos principais:

• Incentivar a prática da leitura e o desejo de ler

• Possibilitar o contato direto das crianças com textos reais

• Ampliar a diversidade de gêneros textuais conhecidos pelas crianças

• Garantir um repertório de textos de boa qualidade que se constitua num material de consulta para a escrita de outros textos

• Incentivar as crianças a lerem mesmo quando ainda não sabem ler convencionalmente

• Apresentar situações reais em que as crianças tenham que utilizar estratégias de leitura e ajustar o que sabem de cor ao que está escrito

• Desencadear atividades de leitura que exigem reflexão sobre a escrita convencional

• Favorecer algumas aprendizagens importantes: sobre o fato de todo escrito poder ser lido, sobre a linguagem que se usa para escrever, sobre a disposição gráfica dos diferentes gêneros textuais, sobre o valor sonoro convencional das letras...

• Ajudar as crianças a avançarem nos seus conhecimentos sobre a escrita.


Desde quando?

O caderno de leitura pode ser organizado com as turmas de três anos em diante:

• Com as crianças de 3 a 5 anos, o caderno será uma oportunidade para que elas se reconheçam capazes de ler. A seleção dos textos deve sempre ter como critérios principais: as características, conhecimentos e preferências da turma e a qualidade do material (tanto do ponto de vista do conteúdo como da apresentação gráfica). Nessa faixa etária o caderno possibilita (principalmente) resgatar textos significativos da cultura popular, ampliar o repertório de textos conhecidos, aprender que tudo o que dizemos, cantamos, recitamos pode ser escrito, que os textos são diferentes e se organizam graficamente de modo diferente, que escrevemos com letras...

• A partir dos 6 anos, além dessas vantagens, o caderno serve também como fonte de consulta para a escrita das crianças, em situações espontâneas ou orientadas pelo professor.

Alguns cuidados com o caderno de leitura

É importante:

• Garantir, na página inicial, uma breve apresentação do caderno com os seus objetivos, para que os familiares saibam para que serve e como será utilizado em casa e na escola

• Deixar, em seguida, um espaço para elaboração progressiva de um índice dos textos

• Garantir uma boa apresentação do material (textos bem impressos, com letra legível e de tamanho adequado, recortados e colados com capricho pelo professor etc)

• Incentivar as crianças a terem uma atitude de cuidado com o caderno

• Apresentar às crianças os portadores de onde são transcritos os textos

• Manter a diagramação dos textos tal como é feita nos portadores de origem

• Não permitir a ilustração do caderno, pois não se pretende que as crianças reconheçam os textos a partir de imagens, mas sim de outras estratégias

• Deixar claro que o caderno deve ser mantido sempre na mochila das crianças, para que circule além da escola..
Retirado do blog: Era Uma Vez... by Hilary